Não consigo entender como uma pessoa de nível de conhecimento razoável, não saiba por na ponta do lápis as receitas e despesas de uma Autarquia Municipal.
Faz uma semana que a chave de ramificação da tubulação de distribuição d´água em frente a Igreja de NS das Dores e uma outra logo abaixo ao canteiro central da praça de entorna da igreja, jorra cerca de 3.000 litros de água diariamente.
Bem, se formos para as contas básicas (adição, subtração) podemos ver que sai bem mais caro aquele desperdício do que comprar uma nova chave e substituir a antiga.
Como alguém foi à Câmara de Vereadores de Canindé para defender o aumento da taxas de consumo d´água justificando que os custos do tratamento estava defasado e ficando caro.
Hora, se está ficando caro os insumos para o tratamento, porque então desperdiçar tamanho volume de um líquido tão precioso?
Isso chama-se falta de planejamento.
E não é de agora tais desperdícios. Citamos vários como entroncamento das ruas Paulino Barroso x Augusto Facundo; estes dois já citados; afora os vazamentos subterrâneos que aquela autarquia não cuida por não ter um instrumentos técnicos para tal fim.
Desta forma percebemos que há uma preocupação no gerenciamento dos custos, mas não nos gastos, este sim, por não serem planejados é que elevam as taxas tão defendidas por aqueles que nada sabem.
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