Lendo o livro Guerra dos Tronos, no volume 3, uma das personagens tem uma fala interessante que me fez pensar: "Um rei não é rei por sê-lo, mas para ser justo com seu reino".
Pois bem trazendo para nossos dias seria muito interessante que nossos governantes fossem justo para com seu povo.
Justo para seus funcionários, pagando-os em dia e principalmente gratificando-os quando de suas funções.
A justiça deverá ser feita, observando-se principalmente aqueles que não trabalham ou mesmo fazem corpo mole no trabalho. Estes por muitas e muitas vezes, ganham bem mais do que aqueles que dedicam-se de corpo e alma a seu labor, onde não há hora nem dia para exercerem com zelo suas funções.
Estes deveriam ser gratificados, não pelo trabalho em sí, mas pelo zelo, pela disponibilidade de seu tempo fora das horas normais de trabalho.
quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 10 de abril de 2012
Não se pode aceitar em
uma sala de aula uma professora, que, levada por um desequilíbrio emocional,
dirija-se aos seus alunos como “diabos”. Até porque estes alunos são de séries
iniciais, com uma formação ainda imatura no que se diz respeito à sua formação
psicológica e seu caráter.
A esta professora
deveria ser oferecida uma ajuda psicológica, assim como a muitas outras da rede pública de ensino, pois suas cargas
horárias, suas condições de trabalho, ou a sua falta, as impendem de exercerem
com zelo esta brilhante profissão.
É público e notório que
salas de aula com mais de 25 alunos são improdutivas. Que professoras sem uma
auxiliar não conseguem transmitir e ao mesmo tempo acompanhar o desenvolvimento
dos alunos.
Na mesma mão perigosa
está o precário acompanhamento das Coordenações Pedagógicas, pois estes como
falei anteriormente aqui no Facebook, não estão adequadamente preparadas para
dar este suporte, pois ao invés de serem contratadas por suas qualidades em
desenvolverem projetos pedagógicos adequados à realidade da escola onde estão
inseridas, o são por indicação de pessoas que não têm qualificação, ou que não
têm conhecimento sobre a área educacional, ou mesmo compromisso sério sobre a
Educação.
Os problemas que hoje
afetam as professoras não são somente de cunho financeiro, - seus salários
defasados-, mas de qualificação profissional, pois o Governo Federal
disponibiliza condições através de projetos próprios para a qualificação destes
mestres, mas segundo o próprio MEC há uma baixa adesão delas ao sistema, 23%.
Se não há o interesse
de se aderir aos projetos, como então podemos termos qualidade no ensino
público? A falta de boas ferramentas como estas, que visam dar qualidade e
elevar o nosso baixíssimo índice no IDEB, prejudica e muito a luta da categoria
para possíveis negociações de seus salários.
Então podemos concluir
que para a melhoria dos índices da educação brasileira, deverá haver mais
comprometimento de todos.
Temos
que rever a política do controle de natalidade aqui no Brasil.
Há
algumas semanas atrás me deparei com uma jovem, pedinte, que fica nas
redondezas da Basílica de São Francisco.
Com
17 anos, grávida do terceiro filho, usuária de drogas continuava pedindo
esmolas, quando a abordei. Por trabalhar nos finais de semanas naquela área, e por ter adquirido a confiança dela,
começamos a conversar sobre o seu caso.
Desde
então comecei a refletir se já não era hora de revermos a política de controle
da natalidade para estes casos.
Sei
que é um tema complexo, pois envolvem mitos, religiosidade, estrutura familiar,
educação, entre outros.
Mas
meus amigos pensem como ficarão estas crianças geradas sem serem planejadas.
Qual o futuro delas? A mãe uma pessoa que com certeza já vem de uma família
desestruturada, que tem filhos que poderão mais à frente conceber outra família
desestruturada, tornando-se um círculo vicioso.
Creio
que nestes casos o governo deverá se esforçar mais e colocar em pauta a
discussão sobre o controle da natalidade para famílias de risco. Assim como
também deveria colocar uma junta de profissionais da área de saúde, educação,
assistência social, saneamento básico, segurança, para que façam um
levantamento, dentro de sua especialidade, dos problemas que poderão ser
evitados se uma lei fosse criada para este fim.
Sei
que teremos uma discussão calorosa com as Igrejas, pois, indiferente de suas
doutrinas, são contra qualquer tipo de controle da natalidade.
Mas
meus amigos se tratarmos de maneira diferente o pior acontecerá: pessoas sem
uma boa educação e conseqüentemente, sem estrutura para enfrentar o mundo. Além
do que, este ser que fora colocado no mundo sem um planejamento, estará fadado
a estar à margem da sociedade, pois queiramos ou não, estamos vivendo uma
sociedade excludente. Também porque este ser que não pediu para vir ao mundo,
se não bem educado, se não bem alimentado, se não bem socializado, poderá ser
um marginal como citei anteriormente e custar aos cofres públicos, portanto
nosso dinheiro, cerca de R$ 2.000,00 que é o quanto gastamos por cada preso por
mês.
Quando
coloco as Igrejas como pilar fundamental para esta discussão é porque caso não
entrem neste debate, poderão sofrer duras conseqüências, pois indivíduo sem fé,
homem sem Igreja.
Pensem
nisto!!!
Gilson Ribeiro
A vereança daria uma grande contribuição à sociedade
quando, juntamente com o Executivo, desenvolvessem um projeto de lei onde os cargos/funções de Coordenadores
Pedagógicos, fossem por mérito e não indicativos.
Usando-se do expediente de indicação, por muitas
vezes coloca-se pessoas totalmente despreparadas para exercer a função, que é
desenvolver junto com os Diretores de Escolas, professores e pais de alunos, um
projeto político-pedagógico que vise não tão-somente ao aprendizado de
matérias, mas ao desenvolvimento da criança para interagir junto à sua
comunidade, assim minimizando os problemas que ora sofrem.
A lei deverá instruir ao Secretário de Educação do
Município, que no mês de dezembro, todos que queiram se candidatar ao cargo de
Coordenador Pedagógico para o ano letivo seguinte, deverão apresentar um
projeto para aquela escola, ou pólo que almejam integrar-se.
O projeto
deverá ser avaliado por uma junta de PROFISSIONAIS da área educacional, dando
preferências àqueles que têm especialidades, Mestrados ou Doutorados. Neste
projeto deve conter o atual Ideb da escola a qual se pretende coordenar, sua
proposta para melhorar este índice; como será desenvolvida ações para que se
traga os pais para dentro do convívio estudantil; como fazer do aluno um multiplicador
dos saberes adquiridos, etc.
Trabalhando a EDUCAÇÃO desta forma, daremos um
grande passo para o desenvolvimento do município.
Gilson Ribeiro
terça-feira, 12 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
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